Cadeira de alimentação do bebê – 5 dicas para escolher a melhor

Bebê no cadeirão

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Você já pensou na cadeira de alimentação do bebê? Há uma grande variedade de marcas e modelos disponível no mercado. Então vou tirar algumas dúvidas na hora de escolher a melhor opção.

Confira agora as 5 dicas para você fazer a melhor escolha da cadeira de alimentação do seu bebê.

 

1) Por que ter uma cadeira de alimentação para o bebê?

Esse é meu pequeno com 10 meses S2

É importante no desenvolvimento social da criança que se socializa com a família e fica à vontade para experimentar os novos alimentos.

Também é importante a criação de uma rotina, na qual o bebê vai aprendendo que aquele é o lugar das refeições, como se comportar à mesa, como mastigar, segurar os talheres, usar o guardanapo etc.

 

2) Quando adquirir um cadeirão?

Por volta dos 6 meses o bebê ainda senta com apoio e começa a receber uma alimentação complementar ao leite, mas é por volta dos 8 meses que a maioria dos bebês já senta sozinho e quer participar das refeições. Nesse momento, já é bom ter uma cadeira de alimentação.

 

3) Até quando a cadeira será necessária?

A recomendação é que as cadeiras suportem um peso de até 15 kg, as crianças se desenvolvem em velocidades diferentes, o uso deve ser feito enquanto a criança se sentir confortável.

Estima-se que por volta dos 3 anos de idade a criança não use mais o cadeirão, uma vez que já consegue alcançar a mesa. O meu filho, por exemplo, parou de usar aos 2 anos.

 

4) Que modelos de cadeira de alimentação existem?

Existem diversos modelos de cadeiras de alimentação, cada um com suas vantagens e desvantagens. Veja as principais categorias:

  • Modelo tradicional: aquele em que a cadeirinha e a bandeja são elevadas por um suporte alto.
    • Vantagem: restringir a bagunça da criança ao seu próprio espaço.
    • Desvantagem: Não é portátil e costuma ser o modelo mais caro.
  • Cadeira que se acopla à mesa:
    • Vantagem: o bebê come junto aos familiares, na mesma altura, é leve e fácil de transportar.
    • Desvantagem: geralmente não tem bandeja e não se encaixa em todas as mesas (a minha é de vidro por exemplo).
  • Booster: são assentos que se prendem com cintos às cadeiras.
    • Vantagem: bastante portátil.
    • Desvantagem: é preciso prestar atenção no tipo de cadeira para que fique bem fixo.

 

5) O que levar em conta na hora de escolher o modelo da cadeira de alimentação:

 

  • Praticidade: Pense na limpeza, espaço disponível na casa/apto.
  • Conforto: a cadeira de alimentação não precisa ser uma poltrona fofa e macia, mas deve ser minimamente confortável
  • Verba disponível: esse não é um dos itens mais baratos do enxoval do bebê.

É muito importante observar se o produto exibe o selo de identificação da conformidade do INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia).

O INMETRO avalia questões de segurança como o cinto de cinco pontos, estrutura e estabilidade, fechamento da cadeira durante o uso, e a presença de materiais que possam ser tóxicos.

As informações sobre idade, peso e altura adequada devem estar afixadas nas instruções do produto, ou na própria embalagem.

 

Dica extra: O que é desnecessário numa cadeira de alimentação na minha opinião

  • Opção de reclinar: nas minhas 2 experiências meus filhos acabam de comer e querem sair para brincar. Acho que aconteceu uma única vez de tirar minha filha já começando a cochilar.
  • Ajustes de altura: não tive nenhum problema com a altura, nem do acento nem da bandeja. Lembre-se eles vão crescer sim, mas aí não vão mais precisar da cadeira de alimentação.
  • Rodízios: são rodinhas nos pés da cadeira. Acho muito perigoso. Até porque aqui em casa são 2, basta uma distração para o mais velho (que não é tão mais velho assim) começar a empurrar a irmã. Sempre que precisei mudar de lugar, arrastei mesmo sem maiores problemas.
  • Música/Brinquedos: pra mim, é igual aos brinquedos ‘mais legais’ super caros, eles querem mesmo é brincar com a comida, talheres, pratos e copos. O preço destes é maior também.

A hora de comer é olhando para a comida. A criança precisa perceber a comida, podendo até brincar com ela, amassar com as mãos, mas sem estímulo externo (só as vezes hahaha).

 

Conclusão

Essa é a minha princesa com 4 meses já brincando no bumbo, que depois virou a cadeira de alimentação colocando a bandejinha)

Não listei produtos reais, com preços e marcas para deixá-la mais a vontade na sua escolha.

Leve em consideração comprar a sua cadeira de alimentação que se adapte melhor a sua casa e rotina, lembrando que o bebê vai começar a utilizá-la aos 8 meses.

Não esqueça da segurança, selo do INMETRO, conforto e custo-benefício.

Para meu filho, não precisei comprar o cadeirão pois ganhei de uma amiga a que ela usou com sua filha.

Era do tipo tradicional e não tive problemas, foi ótimo,meu filho usou até que um dia ele já subia sozinho na cadeira comum, então parei de usar o cadeirão.

Já para minha filha comprei o Bumbo e AMEI!! Usei pra brincar no chão por um tempo, e assim que começaram as papinhas ele virou a cadeira de alimentação dela.

Ainda estamos usando, mas agora já dá pra colocar mais próxima da mesa e deixar sem a bandejinha (até porque a levadinha conseguiu quebrar hihihi)

Ah! IMPORTANTE: É bom evitar que a cadeira de alimentação não seja utilizada com um lugar de castigo para a criança não associar castigo e alimentação.

Se você tiver mais alguma informação ou dúvida e queira compartilhar, por favor, deixe no comentário. OK?

Beijos e até a próxima

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